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Aqui você encontra informações sobre as principais datas comemorativas do país. Seu conteúdo subsidia tanto em trabalhos de pesquisa do professor, quanto fornece informações para que a data seja trabalhada em atividades junto aos alunos. |
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Dezembro 01 – Dia Mundial de Combate à Aids
Maceió é a capital do estado de Alagoas, fundada em 5 de dezembro de 1815, carinhosamente chamada de “paraíso das águas”.
O povoado que deu origem a Maceió surgiu em um engenho de cana de açúcar, às margens da lagoa Mundaú. O nome Maceió de origem tupi “Massayô-k” ou “o que tapa o alagadiço”, talvez tenha surgido pela abundância de águas por todos os lados e a constante subida e descida das marés, e foi adotado por volta de 1609.
Em 29 de dezembro de 1816 ocorre a elevação da condição de povoado a vila, principalmente por causa do desenvolvimento vindo do Porto de Jaraguá, um “porto natural” que facilitava o atracamento de embarcações, por onde eram exportados açúcar, fumo, coco e especiarias. Com o contínuo processo de desenvolvimento, a cidade, se torna a capital da província de Alagoas em 9 de dezembro de 1839, com o simbólico ato de transferência do Tesouro da Província para Maceió.
Maceió ainda guarda muito da vila do século passado, como os casarões antigos, ruas estreitas e tortuosas, e o convívio amistoso de seus moradores que, em alguns bairros, ainda põem as cadeiras nas calçadas para um bate-papo à noite.
A família é o primeiro grupo a que pertencemos, é a primeira sociedade em que somos incluídos. É a partir da família que adotamos nossos padrões e que formamos nossa identidade. Apesar disso, os modelos de família mudaram muito ao longo do tempo. No início, a sociedade era um conjunto de famílias reunidas para procurar alimentos, caçar, trabalhar e colher frutos silvestres.
A família de hoje não é mais como era antes, muita coisa mudou na prática; mas o importante é jamais esquecer que uma situação difícil seria muito pior sem a presença da família.
O amor dá vida à família, firmando os laços de união entre seus integrantes; o amor dos pais em relação aos filhos e dos irmãos entre si, a capacidade de renúncia, a disposição de alguém privar-se de algo em favor do outro ou de todos, conforto, repouso e prazer são ingredientes primordiais para a sustentação de uma família feliz.
O primeiro documento a reconhecer os direitos naturais (a vida, a liberdade e a propriedade) foi o “Bill of Rights”, declaração inglesa de 1689, que continha um grande avanço: a retirada do direito divino dos reis e o conceito do “inglês livre por nascença”. Porém o documento não era totalmente justo, porque excluía a liberdade natural dos outros povos que não fossem os ingleses.
Em 1789, com a Revolução Francesa, a Assembléia Nacional proclama os Direitos do Homem e do Cidadão, que valem para todos os indivíduos, porém na prática não garantiu todos os direitos naturais, inalienáveis e sagrados dos homens.
Exemplo disso foi Olympe de Gouges, que propôs uma declaração para os direitos femininos e, por isso, foi mandada para a guilhotina no ano de 1791. Neste mesmo ano, dez emendas à Constituição americana foram confirmadas e, apesar de garantirem a liberdade de culto, da imprensa e de reuniões pacíficas, não asseguraram a igualdade entre os homens, pois manteve a escravatura.
Apesar dos pontos negativos, esses três documentos contribuíram muito para a criação da Declaração Universal dos Direitos Humanos, no dia 10 de dezembro de 1948, proclamada em Paris pela Organização das Nações Unidas.
Surgida numa época após o horror, as atrocidades e o extermínio ocorridos na Segunda Guerra Mundial, a Declaração foi um importante passo na direção da paz e do entendimento entre os povos.
“Todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade”. Esse é o primeiro artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
A Declaração é pensada como um guia, uma espécie de mapa para que as nações passem a evitar qualquer forma de violência e crueldade e se mantém como uma ferramenta essencial para a construção de um mundo mais digno e feliz.
Belo Horizonte é a capital do estado de Minas Gerais, fundada em 12 de dezembro de 1897.
A cidade de Belo Horizonte se originou de um arraial chamado Curral Del Rey, fundada pelo bandeirante João Leite da Silva Ortiz, em 1701, que à procura de ouro resolveu se estabelecer no local.
Com a Proclamação da República em 1889, os moradores republicanos que moravam em Curral Del Rey sugeriram que o nome da localidade fosse mudado para Belo Horizonte, numa forma simbólica de enterrar o passado monárquico para seguir rumo ao novo horizonte da república.
Nesse clima de alegria os moradores souberam que seria construída ali a nova capital mineira; foram muitos dias de festejos, afinal os inconfidentes já haviam tentado transferir, porém sem sucesso, a sede do governo do estado de Ouro Preto para São João Del Rey em 1789.
Belo Horizonte foi a primeira cidade brasileira moderna planejada; projetada pelo engenheiro Aarão Reis entre 1894 e 1897, possui uma malha perpendicular de ruas cortadas por avenidas em diagonal, quarteirões de dimensões regulares e uma avenida em torno de seu perímetro, a Avenida do Contorno, além da abundância de parques e praças, com um grande parque municipal na área central.
Belo Horizonte é também o portão de entrada para as cidades históricas brasileiras, como Ouro Preto, Sabará, Congonhas e Tiradentes.
Natal é a capital do estado do Rio Grande do Norte, fundada em 25 de dezembro de 1599.
Com a distribuição das capitanias hereditárias, o então Rio Grande é doado, em 1535, a João de Barros, pelo Rei D. João III de Portugal. A colonização fracassa e os franceses, que traficavam o pau-brasil, passam a dominar a área até 1598, quando Manuel de Mascarenhas Homem, capitão-mor da capitania de Pernambuco, enviou a mando de D. Francisco de Souza, governador-geral do Brasil, uma expedição ao Rio Grande com o objetivo de expulsar os franceses que haviam se instalado na região.
A idéia de enviar a expedição partiu do Rei Felipe II de Portugal, temendo que os franceses, que tinham os índios como aliados, pudessem ganhar força e disputar terras em outras regiões do Brasil.
A expedição foi comandada por Jerônimo de Albuquerque, comandante da expedição marítima, e Feliciano Coelho, que avançou por terra partindo da Paraíba. Seu objetivo era construir uma fortaleza que rebatesse possíveis tentativas de invasão estrangeira e uma cidade para firmar definitivamente o marco português no Rio Grande. No dia 24 de junho de 1598, no encontro das águas do Rio Potengi com o oceano Atlântico, foi inaugurado o Forte dos Reis Magos.
No dia 25 de dezembro de 1599, foi inaugurada a primeira igreja matriz, tendo sido rezada uma missa comemorativa. A pequena vila foi batizada com o nome de Natal, em homenagem ao nascimento de Cristo.
As comemorações festivas do ciclo natalino vêm da distante Idade Média, quando a Igreja Católica introduziu o Natal em substituição a festa mais antiga do Império Romano, a festa do deus Mitra, que anunciava a volta do sol em pleno inverno do Hemisfério Norte. A adoração a Mitra, divindade persa que se aliou ao sol para obter calor e luz em benefício das plantas, foi introduzida em Roma no último século antes de Cristo, tornando-se uma das religiões mais populares do Império.
A data conhecida pelos primeiros cristãos foi fixada pelo Papa Júlio 1º para o nascimento de Jesus Cristo como uma forma de atrair o interesse da população.
Pouco a pouco o sentido cristão modelou e reinterpretou o Natal na forma e intenção. Conta a Bíblia que um anjo anunciou para Maria que ela daria a luz a Jesus, o filho de Deus. Na véspera do nascimento, o casal viajou de Nazaré para Belém, chegando à noite. Como não encontraram lugar para dormir, eles ficaram no estábulo de uma estalagem. E ali mesmo, entre bois e cabras, Jesus nasceu, sendo enrolado em panos e deitado numa manjedoura. Pastores que estavam próximos com seus rebanhos foram avisados por um anjo e visitaram o bebê. Três Reis Magos, que viajavam há dias seguindo a estrela guia, encontraram o lugar e ofereceram ouro, mirra e incenso como presentes ao menino. Na volta, espalharam a notícia de que havia nascido o filho de Deus.
Desde a sua origem o Natal é cercado de magia e, como toda festa religiosa tem seus símbolos. Alguns deles são:
Comidas típicas: o simbolismo que o alimento tem na mesa vem das sociedades antigas,que passavam fome e encontravam na carne o mais importante prato, uma forma de reverenciar a Deus.
Rio Branco é a capital do estado do Acre e foi fundada em 28 de dezembro de 1882.
Em 1882, numa pronunciada volta do Rio Acre, uma frondosa árvore, a gameleira, chamou a atenção do seringalista Neutel Maia que juntamente com sua família e com os trabalhadores que trazia para a produção de borracha, subiram o rio e abriram novos seringais.
Foi um dos primeiros povoados a surgir às margens do Rio Acre. A princípio o lugar recebeu o nome de Seringal Empresa e, em 1904, elevou-se à categoria de vila, ao tornar-se sede do departamento do Alto Acre.
Em 1909, seu nome mudou para Penápolis, em homenagem ao então presidente Afonso Pena, para em 1912 receber definitivamente a denominação de Rio Branco, numa forma de homenagear o chanceler brasileiro Barão do Rio Branco.
Em 1913 tornou-se município e em 1920, capital do território do Acre. Em 1962 é elevada à posição de capital do estado.
Cortada pelo Rio Acre, que divide a cidade em duas partes – 1º e 2º distritos – Rio Branco é hoje o centro administrativo, econômico e cultural da região.
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